Surpresas

Nos últimos tempos eu tenho me supreendido bastante com algumas pessoas. Com algumas, para um lado não tão bom assim, todavia, outras pessoas tem sido uma grande surpresa boa na minha vida. Tenho ganhado e resgatado amigos, e isso me deixa feliz, e pessoas incríveis tem cruzado o meu caminho, e eu só tenho a agradecer por isso!

Uma dessas pessoas, é quem eu vou apresentar a vocês, guardem esse nome, Carol Blessa. Essa semana ela me contou que se arrisca a escrever uma coisinha ou outra. Quando recebi seus escritos, adorei, e espero que vocês adorem também. Se ela permitir, conforme ela for escrevendo, eu vou postando, até ela criar vergonha na cara e criar um blog para ela! =P

Vai aí um combo de coisas que ela escreveu.


Desde que o mundo é mundo

Desde que o mundo é mundo
Garotos gostam mesmo é de jogar bola
Parque, praça e até mesmo na rua
Sem deixar o frio e a chuva a eles abalar.

Espertos, cheios de garra
Não desanimam a frente de um desafio,
O time adversário é sempre mais convidativo
Do que simplesmente passar uma tarde sem seus amigos.

Aí aparece alguém...

Pronto! O garotinho perdeu o fôlego.
Se apaixonou!
Outros desafios,
Ele cresceu.

E namora,
Troca a bola por passeios a dois.
Esquece o futebol,
E se casa.

Sente saudades dos amigos
Marca um próximo jogo.
Leva seus filhos
E fica mais próximo de ser o homem mais feliz do mundo.

E é assim que vai ser.
Se o mundo continuar a ser esse velho e mesmo mundo!

---------------

Pára um,
Pára dois,
Pára três...

E de três em três
A fila fica mais comprida
Luzes brancas acendem os olhos
Dos milhões de habitantes do caos paulista

Siga o caminho
Não olhe o relógio
Não lamente
Pense em como você poderia sair dali

Então pegue a sua música favorita
E cante!
Cante como se ninguém pudesse te ouvir
Seja uma estrela!

Seja a estrela do seu show
Num palco iluminado
Onde dançam luzes vermelhas e brancas
Que ilustram o caos da cidade paulista.

---------------

O amor e o Vento


Sopra o vento e leva.

Leva consigo o papel na rua,
Leva o cabelo da menina,
Leva a garrafa vazia...

Sopra o vento

Sopra o vento na cidade,
Na cidade da menina
Ela que tudo pode controlar

Menos o vento

E o vento leva

Leva o seu passado
Leva as coisas tristes
Leva os seus sonhos

E ela tenta parar o vento,
Construir uma cidade mais feliz
Amar

Mas seu amor já virou pó
E o vento?

O vento já levou...


4 comentários:

Marcelo Mayer disse...

o vento foi uma das coisas mais simples e sinceras que já li
muito boa a dica!

e ao pó retornaremos. rs
pelo menos aos mais santos... o resto, ao pó se consumirá

Picles disse...

s2

#campanhaCarolBlessaabraumblog!

@diegofavero disse...

Poesias são ótimas para um auto-desabafo. Parabéns pra sua amiga!

Só não concordo que o homem deixe de jogar bola e os amigos por passeio a dois; o homem reorganiza a vida e pode e deve fazer tudo o que lhe faz feliz.

O melhor ainda está por vir.

;*

Vitor Blessa Anselmo. disse...

E então o profeta não errou nas contas e só se fez somar duas grandes personalidades, e que dessa união, apareçam soluções, e dessas soluções novas lições e das lições eles tirem um aprendizado, apresento essa nova genialidade, Lelê Aracil & Carol Blessa